Antes os encontros eram apenas para fazer os trabalhos, hoje, encontros para celebrar a amizade que se firmou a partir do PEAD.
Estávamos reunidas no sábado a noite, comendo lasanha e conversando sobre a morte do Saramago e algumas de suas obras!!! ... Acredite !!! Na conversa, lembrávamos de um dos primeiros trabalhos feitos no PEAD, sobre o Conto da Ilha Desconhecida, deste autor.Visitei o blog antigo com a postagem O Conto da Ilha Desconhecida para ver o que havia escrito naquela época.
A postagem refere-se a uma reflexão pessoal, e mesmo tendo passado quase 4 anos, não estou muito longe de como me descrevi como professora, ainda no primeiro semestre. Desde o início do curso pecebe-se uma coerência na exigência das atividades: compreender a teoria, através da nossa prática, este exercício colabora na nossa avaliação pessoal, possibilitando um "refazer" diferente e melhor!
Destaco uma frase do conto:
“...todas as ilhas mesmo as conhecidas, são desconhecidas enquanto não desembarcamos nelas...”
E a relaciono com o estágio curricular:
Ao iniciar o estágio, com minha experiência docente de 14 anos, não imaginei ser surpreendida, nem que enfrentaria alguma dificuldade. Quando desembarquei numa ilha desconhecida, achando que seria a mesma experiência que outras ilhas, desconsiderei que cada turma é uma turma, com suas peculiaridades e características próprias que lhe fazem ser o que é!
Agradeço a colega, amiga e diretora da escola que estagiei pela confiança e apoio neste estágio!
Um obrigado mais que especial a professora titular, a Nedi, uma professora e tanto, que mais "parece uma estagiária", sempre disposta a me ajudar!!!
Durante 9 semanas desenvolvi no Estágio Curricular o Projeto: Viva as Diferenças, que tinha como objetivo
Conhecer e valorizar, através da ludicidade, a história e cultura afro brasileira.
Nesse período, foram feitas inúmeras atividades envolvendo os temas DIVERSIDADE e CONTRIBUIÇÕES DOS NEGROS NA NOSSA CULTURA.
Percebi participação e aprendizagem em todas atividades propostas.Na última semana, os alunos ensaiaram com a professora titular um teatro a partir da história O carteiro chegou, para apresentar na escola. Tal texto envolvia diversos personagens dos contos de fada, entre eles, a Cinderela. A professora titular escolheu os personagens, e a B. (uma menina negra) foi escolhida para ser a Cinderela. Uma outra aluna, também desejando este papel, questionou: ela não pode ser a Cinderela, ela é negra!
Na mesma hora falei que qualquer pessoa poderia interpretar qualquer papel, e que todos tinham direitos iguais. Antes de seguir com meu discurso fiquei pensando:o questionamento da aluna até pode ser cabível, pois por toda sua vida conheceu livros que representam a Cinderela como uma moça bonita, magra e loira;do que adiantou trabalhar essa temática, se ao final das 9 semanas ouvi um comentário preconceituoso?Ops .... será que foi um comentário preconceituoso?Trabalhar a lei 10639 na sala de aula não é tarefa fácil. É muito mais que propor atividades de conhecimento da herança negra na nossa cultura. É estar atento aos olhares, às falas, aos comentários (com ou sem intenção racista), é interferir de forma objetiva e clara quando o aluno diz que menina bonita precisa ser loira, que cinderela não pode ser negra ou pede um lápis cor de pele.A criança aprende aquilo vive, o preconceito não nasce da criança, mas é uma construção histórica social, passado pelos pais, e demais adultos queela convive.
A idéia é relacionar TCC e estágio curricular ... Confesso que para mim não vai ser difícil ter algo a pesquisar a partir deste estágio. algumas questões me chamaram atenção:
Autonomia: O que fazemos com a autonomia da criança que chega no 1º ano do ensino fundamental?
Projetos de trabalho: Trabalhar o mesmo tema sempre. Tem validade?
Lei 10. 639: trabalhar sobre africanidade e as contribuições do negro na nossa cultura é garantia de ruptura de preconceitos?
Discutir sobre políticas públicas no nosso país é sempre uma questão delicada. Cansados de ver e ouvir tantas barbaridades feitas com o dinheiro público, a crença na melhoria do país através das políticas públicas nos causa muitas descrenças. Esse investimento é fundamental para a diminuição das desigualdades sociais no Brasil.
E acredito que a educação seja a base para tudo!
As desigualdades, também presentes na educação, refletem o tipo de sociedade que tem se constituído nosso país, onde o fator econômico ainda é determinante: quem tem mais, investe mais!
O bom funcionamento da escola pública, no que diz respeito a manutenção e aspectos físicos, depende da boa vontade da comunidade, e principalmente de políticas públicas que supram de fato suas principais necessidades. Cada governo elege prioridades para investimento, nem sempre a educação está em primeiro lugar. A atual administração do município de Canoas delega a comunidade a escolha do principal investimento a ser realizado na região. Chama-se Orçamento Participativo.
A mobilização e participação da comunidade é determinante para a escolha da demanda.Nas últimas semanas na EMEI Recanto do Filhote não se falava em outro assunto: pedido de ampliação da escola na assembléia do OP. Toda a comunidade estava mobilizada: as famílias querem mais vagas para as suas crianças, os alunos querem outras possibilidades de espaços pedagógicos, as merendeiras querem o refeitório, a diretora quer dar conta da imensa lista de espera, as professoras querem ver a escola crescer ... Interesses diferentes em busca de um mesmo sonho. Foi essa vontade de mudança que tornou histórica a assembléia da região: a maior votação do município!!! Com 325 votos, a escola ganha a ampliação !!!
Cada vez mais a tecnologia faz parte do dia a dia da sociedade, independente da classe social. Quanto maior a renda familiar, maior o acesso a diferentes equipamentos tenológicos, mas não impede que crianças e jovens da periferia manipulem um aparelho celular com múltiplas funções.
O mundo em que vivemos, cada vez mais globalizado e com a informação a um clique, requer mudanças em todos os aspectos. A educação, aos poucos, vem se adequando a essa modernidade. Pois os alunos que chegam às salas de aula estão cada vez mais dinâmicos, e exigem um outro tipo de aula, diferente das que tivemos quando estávamos na escola.
Estou realizando a disciplina eletiva Mídias e Educação, ainda está bem no início, mas muito interessante para pensar sobre o assunto, principalmente quanto a acessibilidade às mídias.
Quando escuto este termo, refiro-me logo ao computador, e uso da internet. Mas esse termo é muito mais amplo.
Realizo estágio numa escola em que os recursos tecnológicos são bem precários. A escola conta apenas com rádio, televisão e aparelho de DVD. É possível fazer um bom trabalho com esses materiais, mas seria muito mais rico se pudéssemos contar com o uso do data show, ao invés de imprimir as páginas de um livro em casa.
A fim de atender essas expectativas, a tecnologia pode ser uma grande ferramenta, que além de dinamizar o processo ensino aprendizagem, instiga a curiosidade e resgata o prazer de aprender. Entre ler num livro sobre a Revolução Farroupilha é muito mais atraente ver imagens, ou assistir a um vídeo, ou buscar a informação que deseja sobre o tema na internet.
A sociedade brasileira é formada por diferentes grupos étnicos. A diversidade presente na sala de aula é um recorte da nossa sociedade, formada por diferentes culturas e grupos étnicos.
A escola é mais um espaço sociocultural, em que se estabelecem diferentes relações, por isso é mais do que urgente a necessidade de discutir como se dá o respeito e a valorização dessas diferenças que "invadem” nossa sala-de-aula.
Ao longo da história do Brasil o negro foi marcado pela discriminação e racismo, tendo seus direitos desrespeitados. A cultura racista presente na sociedade, chega às salas de aula causando embaraços, constrangimento e baixa estima em alunos negros.
Pois muitas vezes são discriminados por terem a pele mais escura, o cabelo mais crespo, são chamados por apelidos pejorativos, não se identificam com personagens da literatura infantil, nem com as bonecas que estão na sala.
O problema racial no cotidiano escolar revela um Brasil que ainda é racista e preconceituoso. Trabalhar a partir da diversidade implica em estimular o aluno a (re) conhecer a sua identidade, para que possa compreender e respeitar as diferenças. Pensando nisso, tenho feito um esforço grande para adquirir livros que apresentem personagens negros.
Este tipo de literatura ainda não é muito comum, as crianças se surpreendem, pois é diferente. Estão acostumados com fadas brancas, princesas loiras, meninas com pele clara.
As imagens que ilustram esta postagem são as capas dos livros que utilizei com meus alunos da Educação Infantil. Faz algum tempo que tenho me preocupado com essa questão, e tenho pesquisado tal literatura. Não é muito fácil de encontrar. E quando encontra-se, são caros, mas é um investimento que vale a pena.
Entre todos livros apresentados, eles só conheciam a história Menina Bonita do Laço de Fita, e mesmo já conhecendo a história contei mais do que uma vez, e ainda assistiram ao desenho da história do Projeto A Cor da Cultura.
Neste período do estágio, tenho visitado postagens antigas. Tem uma sobre a LITERATURA INFANTIL que expressa minha paixão por esta área.
Sempre gostei muito de trabalhar com contação de história, acredito que através de personagens fictícios, conflitos, histórias felizes e tristes, nossos alunos possam desenvolver-se e aprender, além da moral da história, a resolver situações do dia-a-dia, pois fazem relações, comparam, e desejam finais como os das história que ouvem.
Todos os dias planejamos: sonhos a curto, médio e longo prazo: a gravidez, a conclusão da graduação, o passeio do final de semana, a festa de aniversário, a ida ao mercado pela manhã, limpar a casa no início da tarde ... E por diversos motivos, nossos planos nem sempre se concretizam, então é preciso se reorganizar, e planejar tudo de novo! Retomo o assunto PLANEJAMENTO porque mais uma vez a prática numa turma de educação infantil me faz pensar sobre a importância e necessidade da flexibilidade.
O cronograma de atividades realizado ainda no início do estágio, já encontra-se em defasagem. Os planos que faço para a semana, dificilmente consigo concluí-lo aplicando todas atividades previstas. Semana passada, não consegui realizar todas atividades do planejamento previsto para esta semana, pois a comemoração para o dia das mães acabou tomando mais tempo que o previsto. Além disso a minha falta de experiência com educação infantil faz com que eu planeje e "re planeje" diversas vezes. Já aprendi que o tempo de concentração numa atividade é bastante curto. Essas "aprendizagens docentes" contribuem para o sucesso do planejamento, o olhar sensível do professor é muito importante na seleção das atividades.
Mas planejar com flexibilidade é isso... é a possibilidade de rever a prática, é auto avaliação do trabalho docente, é reconhecer os próprios erros. O planejamento não pode ser um mero preenchimento de planilhas, ele precisa ser significativo e atingir as expectativas dos alunos.
Essa semana me chamou atenção as bonecas que estão a disposição dos alunos. Entre as tradicionais "barbioes", com seus corpos brancos e magros, há bonecas negras. Crianças, de todas as cores, brincam com todas as bonecas, independente da cor.O tema diversidade, especificamente a etnico racial, vem sendo adotado pelo grupo de professores há bastante tempo. Além da fala, é preciso que os alunos tenham acesso e possam manusear diversos materiasi.Há alguns anos, quando eu tinha pré escola e trabalhava com essa faixa etária, nõa tive esse cuidado na seleção dos brinquedos, e a boneca negra não pertencia a rotina dos meus alunos.
Trazendo este tipo de material estamos contribuindo para a construção positiva da identidade da criança negra.
A criança sempre nos surpreende de alguma forma ... Semana passada um aluno, com 5 anos, me questionou quando fomos para o pátio:
Eu quero brincar !!! Não quero fazer brincadeira !!!
Anteriormente, havia explicado que primeiro faríamos uma brincadeira todos juntos, referindo-se a brincadeira dirigida, e depois poderiam brincar livremente. Para este aluno, haviam dois conceitos claros:
Mesmo que nossa intenção pedagógica seja recheada de bons objetivos, o brincar livremente é muito importante para a criança, e este momento não pode faltar na rotina o aluno da educação infantil.
Brincando livremente, sem perceber, as crianças revelam como são tratadas em casa. Quando brincam de casinha, ou mamãe e papai,ocupam o papel de adulto e repetem falas e atitudes de seus pais.
Quando brinca, a criança aprende e tem a oportunidade de vivenciar diferentes papéis do mundo adulto, experimentando situações diferentes, são capazes de reproduzir gestos e falas mais comuns dos seus pais, ou adultos com que convivem. Por isso é importante o olhar e interferência do professor quando as crianças não conseguem resolver algum conflito, ou quando a brincadeira gera desconforto e discriminação para alguma criança.
O que mais me chamou atenção nestes alunos do jardim,logo na primeira semana, foi a autonomia para as atividades da rotina. Por exemplo, quando é servido o café ou o almoço, eles já sabem o que fazer; lavam as mãos, servem-se 9ordenadamente,... sem bagunça!), comem, colocam o prato na outra mesa, escolvam os dentes... Fazem tudo isso sem precisar mandar ... Nos primeiros dias, enquanto levantavam para fazer tudo isso, eu ficava pedindo pra sentar, e perguntando onde íam sem minha autorização !!! Olha só a minha pretensão !!! Aos poucos fui me dando conta que agindo daquela forma estava interferindo na autonomia deles ...
Eles circulam livremente pela sala ... diferente da rotina de uma turma do ensino fundamental, que geralmente permanecem (por exigência nossa!) sentados, e costumam pedir tudo: para ir ao banheiro, para levantar, para trocar a linha do caderno, ...
Onde há a ruptura ?
Acredio que a autonomia construída na educação infantil não é preservada no ensino fundamental ... Quando os alunos chegam no ensino fundamental têm um comportamento modelo exigido por seus professores. Quando trabalhei na supervisão escolar, lembro que as turmas de 1º ano, de alunos que vinham de escolas de educação infantil, tinham muitas dificuldades de adaptar-se a nova rotina escolar, pois as professoras exigiam que ficassem em silêncio, pedissem para ir ao banheiro, tomar água, ...
A autonomia é um termo que sempre aparece nos PPPs e planos de trabalho, mas tenho dúvidas se realmente conhecemos este conceito. Na educação infantil, a autonomia é consruída desde a tenra idade. Quando chegam na escola do ensino fundamental a rotina estabelecida ou a postura do professor nem sempre favorecem a autonomia.
Desde o início do curso, imaginei que o estágio seria muito tranquilo, pois, a possibilidade de estagiar no próprio local de trabalho, e acrescida a experiência de 14 anos, não me causariam frio na barriga.
Estava errada !!!
Logo no início do curso não poderia prever que justamente neste semestre teria uma menina linda com um mês, que no próximo semestre, ao retornar da licença gestante, não poderia estagiar na minha turma, pois pertenço a rede municipal de Porto Alegre, e tenho duas turmas B20.
A solução foi aproveitar o tempo mais ocioso neste momento e optar por estagiar numa escola de Educação Infantil da qual não tenho vínculo nenhum. Visitar a escola, conversar com a professora titular, observar as crianças, me fez lembrar de quando, muito insegura, iniciei o estágio do magistério.
Ainda não conclui a atividade do Seminário Integrador que solicita um roteiro amplo de observação. Tem muitas questões que não se conclui em apenas uma ou duas visitas. Além de responder as perguntas é preciso analisar, e para isso, ainda não me sinto muito a vontade, pois não pertenço a esta comunidade.
Conhecer a realidade é fundamental, e é essa a função do roteiro: nos apontar caminhos para conhecer o local onde iremos trabalhar, e a partir deste mapeamento organizar o planejamento.
Ontem foi a primeira aula do semestre: frio na barriga ... os discursos, as explicações dos estágios, as dúvidas, parecem estar embaladas pela conhecida música: ai, ai,ai,... está chegando a hora !!!
Quase no final do curso, e por tantas vezes tive vontade de desistir, achei que nunca chegaria até o final, parecia que faltava tanto !!!
"Mas é preciso ter força, é preciso ter garra, é preciso ter sonho sempre!"
É interessante visitar o blog e poder ver quantas aprendizagens, quantas horas foram gastas para concluir os trabalhos, e a cada postagem, lembrar, não só da aprendizagem, mas das interferências feitas, das leituras, do que deixamos de fazer para poder concluir as tarefas, no tempo hábil ou não.
Esse ano realmente é 10 !!! Ano de conclusão do concurso ... Ano que nasceu minha filha ... a Laís ...
Estava receosa em fazer o estágio nesse semestre, pois estou no período de licença gestante ... e no segundo semetre tenho a intenção de gozar a licença prêmio, assim, irei trabalhar apenas 20 horas na rede de Porto Alegre (local que não poderia realizar estágio). Então me senti obrigada a fazer agora. Procurei uma escola de Educação Infantil próxima a minha casa, embora não tenha experiência nessa área.
Estou me sentindo uma estagiária do magistério ... Pois, enquanto que a maioria das colegas estão realizando estágio no próprio local de trabalho, eu escolhi uma turma que não tenho experiência, numa escola que não trabalho.
OPortfólio de Aprendizagensdocumenta o seu percurso pessoal de aprendizagens durante o Eixo e o Curso. É combase nesses registros que você construirá as reflexões-sínteses e a apresentação oral para o Workshop de Avaliação. O registro sistemático qualifica, facilita e agiliza o trabalho de auto-avaliação e avaliação das aprendizagens.
As postagens favorecem a avaliação e para isso acontecer elas devem ser densas em conteúdo e análise. Lembrem que as postagens serão importantes se elas contemplarem argumentação forte e evidências concretas, buscadas na vida profissional, pessoal ou estudantil.
"E nossa história,... não estará apelo assim, sem final feliz,... Teremos coisas bonitas pra contar,... E até lá,... Vamos viver... Temos muito ainda por fazer,... Não olhe pra trás, apenas começamos,... E o mundo começa agora,.... Apenas começamos!" (Renato Russo)
EU, MODO DE USAR
Pode invadir Ou chegar com delicadeza , Mas não grite comigo , tenho péssimo hábito de revidar .... Toque muito em mim Principalmente nos cabelos E minta sobre minha nocauteante beleza .
Tenha vida própria , Me faça sentir saudades , Conte algumas coisas que me façam rir ... Viaje antes de mim para reconhecer -me ... Acredite nas verdades que digo E também nas mentiras , Elas serão raras E sempre por uma boa causa .
Respeite meu choro , Me deixe sozinha , Só volte quando eu chamar e, Não me obedeça sempre que eu também gosto de ser contrariada Então fique comigo quando eu chorar , combinado? Me conte seus segredos ... Me faça massagem nas costas . Não fume , Beba , Chore , Eleja algumas contravenções . Me rapte ! Se nada disso funcionar ... Experimente me amar!